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Pandemia

Covid-19: Ibaneis anuncia 60 novos leitos de UTI para pacientes do DF


Um dia depois de decretar lockdown no Distrito Federal, o governador Ibaneis Rocha (MDB) anunciou, na manhã desta sexta-feira (26/2), em visita ao Hospital Regional de Samambaia (Hrsam) e à obra da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia, a ativação de mais 60 leitos destinado aos pacientes infectados pelo novo coronavírus. A ação faz parte de uma mobilização para conter o avanço do vírus na capital.

Segundo o chefe do Executivo local, dos 60 leitos que serão ativados, 20 ficarão no Hospital de Campanha de Ceilândia e 40 no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). O emedebista frisou que, no caso de Santa Maria, os leitos serão ativados de acordo com a taxa de ocupação.

No Hrsam, sete novos leitos foram ativados para o tratamento do vírus. A ação, segundo o GDF, faz parte do Plano de Mobilização de Leitos para pacientes com suspeita ou confirmação para a doença. A mesma unidade ganhou, em dezembro do ano passado, 10 leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) e, agora, uma nova ala será inaugurada para esses sete leitos.

Ibaneis também visitou a construção da UPA de Ceilândia. A unidade atenderá urgência e emergência, contando com dois leitos de UTI, seis leitos de observação com suporte ventilatório e três consultórios. De acordo com o GDF, a obra está 75% executada, restando apenas as fases de acabamento, instalação de gases medicinais e finalização da urbanização externa.

Lockdown

lockdown no DF vai durar ao menos 14 dias, segundo o governador. O decreto que regulamenta as medidas de restrição será publicado ainda nesta sexta-feira (26/2), mas o chefe do Executivo local adiantou que as divisas com os municípios do Entorno seguirão abertas, por enquanto.

Sem entrar em detalhes, Ibaneis adiantou que avalia se há necessidade de restrição também para as escolas privadas. Até o momento, as instituições particulares estão autorizadas a oferecer as duas modalidades: remoto e presencial.

Já as igrejas e templos religiosos continuarão a funcionar normalmente por estarem incluídos na categoria de serviços essenciais.

UOL

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